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Música aos Vivos


Desenterre sua alma
Novo álbum do Oasis, Dig Out Your Soul, será lançado em outubro. Mas a capa (imagem acima) gera opiniões irônicas.
Por Jardim Etílico

Semana passada o Oasis anunciou em seu site oficial que seu sétimo álbum de estúdio irá se chamar ‘Dig Out Your Soul’ e que será lançado no dia 06 de Outubro na Inglaterra, sendo que uma semana antes chega as lojas ‘The Shock Of The Lightning’, que será o primeiro single desse novo trabalho da banda de Manchester.

Segundo as palavras do próprio Noel Gallagher ao falar sobre o álbum “Eu queria escrever musicas que tivessem groove; não músicas que seguissem aquele padrão tradicional de verso e refrão. Eu queria um som que fosse mais hipnótico; mais balanceado. Músicas que capturassem o ouvinte de uma forma diferente. Músicas com as quais você talvez tenha que se conectar, que sentir.”

Ele complementou dizendo que "Se ‘The Shock Of The Lightning’ soar instantânea e sem retoques, é porque foi escrita e gravada rapidamente. É basicamente a demo e manteve a sua energia. A primeira vez que você grava algo é sempre a melhor.”

Noel ainda confirmou a saída do baterista Zak Starkey da banda e a entrada de Chris Shanrock em seu lugar e também falou sobre outras três músicas que farão parte do tracklist: ‘Bag It Up’ , que foi escrita por ele e inspirada em ‘Baron Saturday’ do Pretty Thing, ‘I'm Outta Time’, balada "a la John Lennon" escrita pelo irmão Liam Gallagher e ‘Soldier On’, outra do Liam e que irá encerrar o álbum.

Para completar, anteontem (15/07/2008), o jornal inglês The Guardian disse, em seu blog sobre música, que a capa do novo disco da banda Oasis (imagem acima), Dig Out Your Soul, só “faz sentido se você usa as drogas certas, vem de Burnage (subúrbio de Manchester, cidade natal do Oasis) e se chama Noel Gallagher”.

A nota no blog do Guardian cita uma entrevista recente que Noel Gallagher deu à BBC, na qual o líder e guitarrista do Oasis diz sobre o novo álbum: “eu não passei um ano no estúdio mais caro da Inglaterra, com o produtor mais caro dos EUA, e o designer gráfico mais caro de Londres para dar (o disco) de graça”.

Após a citação, o Guardian prossegue: “então aqui apresentamos o trabalho do ‘designer gráfico mais caro de Londres’”.

Apesar de não ser creditada a nenhum artista específico, o Guardian especula que a obra pode ser de Julian House, responsável pela capa de XTRMNTR, do Primal Scream.


Pare e Pense!










Quem poderia imaginar um tempo em que o tempo, de nada, valesse; um tempo em que o tempo se esvaísse tão rápido de nossos relógios quanto o sangue, das veias de um hemofílico?









Quem poderia imaginar um mundo em que o aluguel é caro, a comida é cara, a água, o transporte, tudo, enfim, é tão caro, mas a vida humana é tão barata?







Quem poderia imaginar uma sociedade tão interligada, tão conectada em seus universos digitais, mas que, mesmo assim, permanece tão isolada e distante de si mesma?






Quem poderia imaginar que pessoas tão esclarecidas e tão informadas sobre tudo e sobre todos permaneçam ignorantes perante valores e conceitos básicos, como a fraternidade, o respeito entre as diferenças, a generosidade, o amor...?







Quem poderia imaginar...?

Volumes Alcoolicos - Textos

Mundo mágico chamado solidão.
Por Raisa.


“E tudo começa a parecer muito mais difícil do que realmente é.", escrevi na parede laranja, detesto essa cor, lembra-me uma mariposa que recebi dentro de um envelope vermelho, até hoje me pergunto como ela morreu, afinal o fim é o que realmente dignifica nossas histórias, e não nossas sim, pois nada é único- pessoal - intransferível, exceto a solidão. Os dias de chuvas pesam, ninguém mais morre graças aos novos guardas de trânsitos, acidentes não mais acontecem e os amores puros e degradantes tornaram-se efêmeros, caí no tédio, a falta profunda de qualquer relato, talvez um desafio, ainda assim escrevo, anoto para morrer ou matar e a cada vírgula dói mais, o não-existir também cria feridas.

Durmo. Não tenho prazeres, entretanto me afogo nas ausências e durmo, porque o sono também é uma tentativa de se salvar. Gosto de bancas de revistas, tantas coisas, tantas cores, se houvesse uma identidade que fosse exata na minha identificação eu provavelmente usaria dela para monta uma banca de revistas-jornais-livros. Um pequeno comércio de folhas multicoloridas numa esquina, a amizade com os idosos e suas palavras cruzadas, a ansiedade das crianças que ainda persistem na tentativa de completar o álbum de figurinhas e toda uma rotina tipicamente complementar, é sonho.

O peso da existência são as memórias que guardo, um amontoado de imagens perdidas num labirinto peculiar, figuras, palavras, impossível reunir e obter alguma lógica. Agora sou pessoal, apesar de não preferir absolutamente nada e render-me ao que chega com o fluxo, alguns chamam de fatalismo, eu simplesmente repito para fingir que o outro existe. Repito e anoto, porque ser feliz é estar fadado a não acumular memória alguma, feliz é quem aceita repetir-se sem mudar as palavras, sortudo é quem ainda assim torna-se essencial e não simplesmente suportável.

Pronomes indefinidos, não posso dizer que gosto delas, mas os decorei graças a umas aulas que ouço na rádio de músicas sobre Deus ou qualquer entidade espiritual desse nível, hoje em dia se aprende mais prestando atenção nos ponteiros do relógio do que ouvindo a voz da inexperiência, desatualizei-me. E continuo sem informações, prossigo só para preencher as linhas azuis, a margem vermelha no canto da folha ainda é uma provocação, a linha fixa entre o lado de cá e todo resto de lá, aqui o desânimo em tons tão claros que quase cegam de tanto reproduzirem-se em espelhos e do outro lado da rua uma vida, uma vidinha qualquer esperando um final, talvez um suicida ou apenas um tapa severo do tempo, em mim o silencio e em todos os outros o berro eterno dos lábios borrados de vermelho.

Acordar, escovar os dentes e tentar quebra-los logo após a raiva, arranhar as pernas, marcar as maçãs do rosto, desejar o nada e parar por cinco segundos para apreciar o vento intenso o bastante para varrer as folhas, um acidente seria bonito, um novo e visceral relato, a imprevisão é melhor ainda. Vermelho-marrom-preto, asfalto-sangue-cabelos, o meio-fio branco dividindo, quando se anseia por algo é possível até imaginar detalhadamente e nesse instante sorrir com os olhos vendados.

Polêmica


Meu cigarro te incomoda?
Por Gabriela Scheibe
Publicado anteriormente no site Os Armênios

Numa certa madrugada de sábado, um grupo de amigos saiu para se divertir. Como de costume, fizeram um “aquecimento” num lugar muito “querido” por eles...

Começaram a noite animados. Dirigiram-se para uma casa noturna a fim de ter uma noite divertida e agradável, ainda mais pelo motivo de ter que comemorar o aniversário de uma amiga. Após muito rock, cerveja e “Alexander”, resolveram voltar para o lugar do “esquenta”, com o desejo de saborear um lanche-maravilhoso-pós-balada que somente aquele lugar oferece.

Assim, esperando o lanche, uma das pessoas do grupo resolveu acender um cigarro, como costumeiramente as pessoas fazem naquele lugar. Após somente três tragadas, esta pessoa foi interrompida com uma batida no seu ombro. Virou-se para trás para ver quem havia lhe chamado. Assim, um homem, de mais ou menos uns trinta anos, que estava lanchando no local, solicitou furiosamente: “Por favor! Apague este cigarro! Estou comendo!”

A pessoa, educada, imaginando o estado de embriaguez daquele senhor, e observando a expressão irritada do homem, ergueu os braços, como se estivessem lhe pronunciando “Mãos ao alto!”, respondeu em tom compreensível: “Tudo bem!” E gentilmente apagou o cigarro. Mas não engoliu sua própria atitude. Seu orgulho ficou “entalado” em seu pensamento. Por que não falou alguma coisa? Podia ser do tipo… MEU CIGARRO TE INCOMODA? Ah… essa mania de engolir seco para não brigar com as pessoas… Por que não soltar o verbo e dizer uma grosseria? Tá, tudo bem. Passou. Mais uma vez.

Após comentar sobre a hipocrisia do homem irritado para os demais amigos da mesa, surgiu uma brilhante idéia de um sábio amigo da mesa. Inteligente e sarcasticamente, resolveram “irritar o irritável” e fazer o homem esbravejante ficar completamente irado. As sete pessoas que estavam na mesa acenderam um cigarro cada uma delas. Sete pessoas. Sete cigarros. Fumaça. Muita fumaça. O homem, esbaforindo de raiva, levantou-se da mesa, e proferiu, furiosamente, para a humilde pessoinha, apontando o dedo indicador em seu rosto: “Só não te jogo catchup na cara, porque #>*[#k/=*#@#*#!!!!!”.

A pessoa, sem reação, achou por bem ignorar o desaforo do brutamontes. Afinal, para ela, a melhor forma de atingir e irritar uma pessoa é ignorá-la mostrando indiferença. Após a guerra de palavras, os amigos da mesa, prontamente, partiram para a defesa da pessoa amiga. Todos pareciam seguramente tranqüilos e ao mesmo tempo revoltados. O dono da razão, por sua alegação, disse haver uma lei onde não se pode fumar em ambiente fechado. A turma, com classe, disse não existir lei nenhuma que valha mais que o costume do local. Afinal, era notável que o ser irritável nunca freqüentava aquele recinto, não podendo falar sobre costume e tradição do mesmo. Já o grupo, freqüentadores assíduos, sabia bem mais sobre aquele local do que qualquer outra pessoa.

Assim, chamou-me atenção o fato para análise e pesquisa. Existe sim uma lei que proíbe o uso de cigarros em ambientes fechados. Trata-se da lei 9.294 de 15 de julho de 1996. Em seu artigo 2° diz: “É proibido o uso de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígero, derivado ou não do tabaco, em recinto coletivo, privado ou público, salvo em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente.”

Tudo bem, a lei é essa. Ela protege o “Sr. nariz empinado”. Mas para a Ciência do Direito nenhum argumento tem fim. Nenhuma palavra tem o poder de dar o ponto final. Engana-se quem pensa que somente tem amparo quem se fundamenta na lei. O importuno ser podia até ter conhecimento. Importuno sim, pois aquela não era hora nem lugar para tanta má-educação e mediocricidade.

Segundo Hans Kelsen, grande filósofo do Direito, “nem toda norma moral é uma norma de justiça”. Explicando melhor: “norma moral” significa a lei e “norma de justiça” constitui o costume e a tradição. Assim, surge o conflito e a luta de divergências entre o “direito positivo”, aquele baseado nas leis do direito, e o “direito natural”, baseado essencialmente nos costumes e tradições de um povo. Assim, Kelsen nos põe a pensar que a lei não tira a razão de tudo. Em sua obra “O problema da justiça”, este grande pensador traz a defesa do grupo de amigos. Em seu texto, menciona: “… a norma de justiça e a norma do direito positivo são consideradas simultaneamente válidas. Tal, porém, não é possível, se as duas normas estão em contradição, quer dizer, entram em conflito uma com a outra. Nesse caso, apenas uma delas pode ser considerada válida. Em face de uma norma de justiça pressuposta como válida não pode ser considerada válida uma norma do direito positivo que a contradiga…” Aqui, na linguagem de Kelsen, “validade” deve ser entendida como validade objetiva. Isso quer dizer que, quando duas leis estão em choque, apenas uma delas é válida.

É lógico que as leis têm força coercitiva. O que Kelsen enfatiza neste contexto é a contradição das leis com os costumes, quando ambos conflitam. Foram através dos costumes que surgiram as leis. Por que optar pelo derivado quando temos em evidência a força da origem? Então, por que optar pela “lei que proíbe” e não pelo “hábito de fumar das pessoas que freqüentam o lugar”?

Assim, temos as duas versões, a lei e Kelsen. Considere que cada ser tem uma filosofia de vida, um entendimento diferente. O poder de persuasão atinge os dois lados. Basta decidir o que mais pesa na balança da justiça. Eu aposto na força das tradições, lembrando que o “direito positivo” surgiu através do “direito natural”. Através dos costumes e tradições da Antigüidade é que surgiram as leis que vigem em nosso país. O “direito natural” é necessário, essencial e gritante. Nem sempre a lei vence. Ponto positivo para os sete amigos, os sete cigarros e as fumaças…

Comportamento

Garoto!! Garota!!

RELAXA E GOZA!!!



Tabu. Perversão. Pecado. "Coisa do demônio!". Em pleno século XXI, a maior parte da sociedade ainda considera a masturbação uma prática abominável e até (sic) perigosa. Leia o texto a seguir e veja que a masturbação não é um mal... muuito pelo contrário!
Por Cleiton Soares Zanini.





Desde o dia em que saímos do útero materno até a hora em que entramos em nossos túmulos, nossa família, nossos amigos, e todas as pessoas ao nosso redor metem em nossas cabeças que, tudo que diz respeito à sexualidade, ao sexo, é ruim, pecaminoso, proibido. Que sexo é coisa suja, coisa de gente amoral. Se você fala uma vírgula sequer sobre isso, pronto; você se torna um canalha, um "mente suja", um pervertido! Um perfeito herege!


É a partir daí que surgem todos os mitos, os recalques e os preconceitos que assolam nossa sociedade "moralista" e "família" em que vivemos. E um dos maiores alvos deles é a masturbação.


A palavra masturbação vem da palavra latina manustrupare ou ainda masturbatio, sujar as mãos, ou prostituir, daí podemos perceber a enorme conotação negativa que herdamos com relação à prática da masturbação e define-se como ato da estimulação dos órgãos genitais, sem a presença do (a) outro (a) ou de outros, manualmente ou por meio de objetos, com o objetivo de obter prazer sexual, seguido ou não de orgasmo.


Apesar de ser sociamente condenável em algumas culturas, a masturbação não causa doenças, não é crime (a menos que você se masturbe no meio da rua ou lugares públicos!), é uma forma prazeirosa de conhecer seu próprio corpo, além de ser saudável e fazer bem. Desde que seja feita sem culpas e/ou obsessões. Aliás, num relacionamento sexual, quanto mais você conhecer o seu corpo e a maneira como ele age a estímulos externos, melhor será para você e sua (seu) parceira (o).


"A masturbação é quase um direito adquirido, tanto homens quanto mulheres têm a grande oportunidade de assim, concentrarem-se na própria sexualidade, tornando-a mais rica e prazerosa", cita o psicólogo, psicanalista e sexólogo Cássio do Reis, em artigo publicado no site Toque Feminino.


Ainda assim, as pessoas tem muito medo de admitir que a masturbação é algo completamente natural, que faz parte da vida da maioria das pessoas, em algum momento da vida delas. Por isso, cercam-se de pudores e preconceitos inúteis, a fim de ignorar a existência desta prática. Mas isso nem sempre foi assim.


Na Grécia Antiga, de moralidade sexual muito livre, comparada à Ocidental atual, a masturbação era um ato sexual usual e aceito como natural. Foi com a chegada da cultura judaico-cristã no Ocidente que começou esse processo de repressão (por motivos morais e religiosos) que arrasta-se até hoje. O desperdício voluntário de esperma (ou sêmen) era pecado grave, punido, algumas vezes, até com pena de morte. Este fenómeno teve dois grandes responsáveis: a Igreja Católica e a Medicina. A Igreja Católica, através do teólogo São Tomas de Aquino, classificou-a como um pecado contra natureza, mesmo pior do que incesto. Ele se baseava na interpretação da narrativa (errônea) do Antigo Testamento sobre Onã. A descoberta do espermatozóide, em 1677, motivou a Medicina a se associar à Igreja Católica para qualificar a masturbação como uma doença abominável e um mal moral, uma vez que o espermatozóide veio a ser considerado como um bebé em miniatura.


A repressão da masturbação foi, consequentemente, a regra nos Séculos XVII a XIX. Era vista como uma doença que provocava distúrbios do estômago e da digestão, perda do apetite ou fome voraz, vómitos, náuseas, debilitação dos órgãos respiratórios, tosse, rouquidão, paralisias, enfraquecimento do órgão de procriação a ponto de causar impotência, falta de desejo sexual e ejaculações nocturnas e diurnas. Em 1758, Samuel Auguste Tissot publica o "Ensaio sobre as doenças decorrentes do Onanismo", em que diz que esta doença ataca os jovens e libidinosos e, embora comam bem, emagrecem e consomem seu vigor juvenil.


No entanto, no início do século XX, surgiram novos estudiosos com Sigmund Freud, Kraft-Hebing e Havelock Ellis, com novas linhas de pensamento que levaram a uma visão diferente da masturbação. Por isso, sabemos hoje que isto tudo não é verdade. Mas o preconceito permanece. E quem sofre com isso são aqueles que praticam a masturbação.



Desencana! Mastubar-se faz bem, não causa AIDS e nem engravida! Não te deixa louco nem debilóide e nem com as mãos peludas!


Masturbe-se e seja feliz!



PS: Para os interessados, abaixo estão dois guias bem bacanas que te dão grandes dicas sobre masturbação. É só clicar nas imagens!














Música aos Vivos



Musica para ouvir (e ver, ler, dancar...)

Grupos como O Teatro Mágico e Cordel do Fogo Encantado mostram ao público como a união da música com o teatro, a literatura, a dança, etc. pode promover espetáculos tão diversos e únicos.
Por Cleiton Soares Zanini


A música, como a maioria das manifestações artísticas, é uma voraz agregadora de valores e influências. Em tudo que se vê (e ouve, obvio!) em relação a ela, percebemos como acontece essa interação, essa simbiose da música com a literatura e com o teatro, por exemplo. Porem, essa interação nem sempre é muito obvia; um exemplo é quando um artista escreve uma musica baseada em um conto, um poema, ou um livro.


Entretanto, vemos grupos que mostram essas misturas de forma escancarada e magnífica. Esses grupos fazem com que cada show, cada música executada se torne uma saborosa salada de intervenções. Dois exemplos disso são os grupos O Teatro Mágico (SP) e Cordel do Fogo Encantado (PE).


O grupo O Teatro Magico, formado e dirigido por Fernando Anitelli, surgiu no mundo mágico de Oz... Osasco (como eles mesmo dizem) em 16 de dezembro de 2004. O grupo - ou trupe, como eles preferem ser chamados -, mistura música, poesia, teatro, arte circense e um punhado de coisas mais; criando espetáculos que primam pela beleza estetica e pela emoção, pela sensibilidade. Cada apresentação d'O Teatro Magico "é um sarau amplificado onde tudo pode acontecer", como explica Fernando, que é o responsavel pela idealização artística do grupo (ops! TRUPE).


O nome da trupe foi inspirado no livro O Lobo da Estepe, do escritor alemão Hermann Hesse; nesse livro, Harry Haller - um outsider misantropo, alcóolatra e intelectualizado -, ao conviver com os personagens Hermínia, Maria e Pablo, adentra em uma espécie de "Teatro Mágico", onde tem uma placa que diz: "Entrada Para Raros".


A trupe tem influências das mais variadas: música brasileira, violões acústicos, cordas, poesias, batidas variadas, Rock, Drum'N'Bass, Lenine, Chico Science, Mawaca, Gilberto Gil, Cordel do Fogo Encantado, Dave Mathews, Ben Harper, Teenage Fanclub, Herman Hesse, Stone Roses, Cecília Meireles, Secos e Molhados, Clarice Lispector, Tom Zé e outras raridades...
A proposta da trupe é oferecer livre acesso à cultura - por meio da disponibilização de todas as músicas para download gratuito - e transmitir conteúdo de qualidade.


O Teatro Mágico tem 2 CD's: O Teatro Mágico: Entrada para Raros e Segundo Ato (a ser lançado).


Para saber mais:
Leia 2 entrevistas da trupe clicando nos links:




No ano de 1997, um grupo de teatro formado por José Paes de Lira, Clayton Barros e Emerson Calado chamava a atenção da cidade de Arcoverde, no Pernambuco. E esse espetáculo, percorrendo o interior de Penambuco, foi sucesso de público por dois anos. Em Recife, esse grupo ganhou mais duas aquisições que iriam modificar a sua trajetoria: os percussionistas Nego Henrique e Rafa Almeida. O nome do espetáculo: Cordel do Fogo Encantado.




Depois da apresentação feita no festival Rec-Beat, no carnaval de 1999, Cordel do Fogo Encantado passa a ser espetáculo e grupo musical. E, com isso, ultrapassaram fronteiras, ganharam visibilidade dentro e fora do país e alcançaram status de revelação da música brasileira.


A poesia hoje faz a ligação de todo o espetáculo. Pequenos poemas e até hitorinhas. Algumas dessas poesias foram retiradas do repertório que ocupava 40 minutos do espetáculo. Lirinha já recitou poesias em festivais de rock, no carnaval e ainda assim a multidão silenciava e recitava algumas poesias como as de João Cabral de Melo Neto e Zé da Luz.

A significação do nome seria a seguinte:

Cordel - O Cordel, na região de Pernambuco, é sinônimo de história. E cordel é, também, um folheto de poesia popular, originalmente oral, que era exposto para venda em varais de corda, ou cordéis.


Fogo - Para os integrantes, o Fogo é o elemento natural mais representativo da suas existências, devido a sua cidade, seu lugar de origem e da sua intenção musical e poética inconstante e mutável.


Encantado - O Encantado ressaltaria a visão apocalíptica e profética dos mistérios entre o céu e a terra.

Na formação, o carisma e a poesia de Lira Paes, a força do violão regional de Clayton Barros, a referência rock de Emerson Calado e o peso da levada dos tambores de Rafa Almeida e Nego Henrique. Cordel do Fogo Encantado percorre o Brasil e países como Bélgica, Alemanha e França, conquistando a todos com suas apresentações únicas e antológicas.

Entre os prêmios conquistados pela banda estão o de banda revelação pela APCA (2001) e os de melhor grupo pelo BR-Rival (2002), Caras (2002), TIM (2003), Qualidade Brasil (2003) e o bi-campeonato do Prêmio Hangar (2002 e 2003).

No cinema, a banda participou da trilha sonora e do filme de Cacá Diegues, “Deus É Brasileiro”. Nas brechas das turnês, Lira Paes marcou presença também na trilha sonora de “Lisbela e o Prisioneiro”, de Guel Arraes, na qual interpreta a música “O Amor é Filme”.


Cordel do Fogo Encantado tem 3 CD's - Cordel do Fogo Encantado (2001), O Palhaço do Circo Sem Futuro (2002) e Transfiguração (2006) e mais o DVD MTV Apresenta: Cordel do Fogo Encantado (2005).


Veja, abaixo, a relação das músicas de cada álbum:


Cordel do Fogo Encantado (2001)

A chegada do Zé do Né na Lagoa de Dentro
Poeira (Tambores do vento que vem)
Cordel do Fogo Encantado
Boi Luzeiro (Pega de Violento/Vaidosa/Avoador)
Chamada dos Santos Africanos
Chover
O Cordel Estradeiro
Antes dos Mouros
Os Oim do meu Amor
Toada velha cansada
Salve
Alto do Cruzeiro
Pedrinha
Foguete de Reis
O Carroceiro
Profecia Final
Catinguera
Ai se Sesse


O Palhaço do Circo Sem Futuro (2002)

Os Anjos caídos
A construção do caos
Nossa Senhora da Paz
Na Veia
A árvore dos Encantados
O Palhaço do Circo Sem Futuro
Devastação da Calma
Tempestade
Quando o sono não chegar
Dos três mal-amados
A Matadeira
Cavaleiros do Fogo da Origem
Britadeira
Jetir Xenupre Jucrêgo
O espetáculo
Vou saquear a tua feira
O Fim do segundo Ato


Transfiguração (2006)


Tlank
Aqui (Memórias do Cárcere)
O Sinal Ficou Verde (Além do Bem e do Mal)
Sobre as Folhas (O Barão nas Árvores)
Preta
Pedra e Bala (Os Sertões)
Louco de Deus (Perto de Você)
Ela Disse Assim (A Teus Pés)
Transfiguração
O Lamento das Águas Sagradas
Joana do Arco (Agitprop)
Canto dos Emigrantes
Morte e Vida Stanley
Na Estrada (Quando Encontrei Dean Pela Primeira Vez)





Agenda

Otakontro Passo Fundo

29 de março [sábado]

13:30 - 17:30

IMED


ATRAÇÕES:

PALESTRA SOBRE A CULTURA POP JAPONESA
EXPOSIÇÃO SOBRE MANGÁ
EXIBIÇÃO DE UM FILME DE ANIMÊ
ANIMEKÊ
GAMES/CAMPEONATO PLAYSTATION
RPG E CARDS
E muito mais!

Quadrinhos

20 anos de mangás no Brasil
A IMED, até maio, contará ao público sobre a evolução dos mangás através de uma belíssima exposição.

fonte: IMED
Cleiton Soares Zanini/Jardim Etílico

No dia 21 de fevereiro, a IMED abriu, em sua biblioteca, uma exposição sobre histórias em quadrinhos japonesas, conhecidas como mangás. São 15 pôsteres que mesclam imagens e informações, pesquisadas e finalizadas pela jornalista Giovana Carlos e pela estudante Vivian S. Carlos.

Em 2008, comemoram-se 20 anos de publicação de mangás no Brasil. Assim, esta exposição da IMED vem colaborar para o conhecimento e reflexão sobre a entrada e permanência desse produto oriental no país, mostrando as principais características e dados sobre o consumo de quadrinhos nipônicos.

A exposição pode ser visitada até 21 de maio de 2008, na Biblioteca Central da IMED. A entrada é gratuita. Informações pelo telefone (54) 3045-6100.



Mangás no Brasil

De acordo com Giovana Carlos, que pesquisa a cultura pop japonesa, esta exposição visa conscientizar o público visitante que histórias em quadrinhos não são apenas para crianças ou com enredos simplórios. Os dados para a exposição provêm de trabalhos científicos, livros, artigos e revistas especializadas em animês (desenhos animados) e mangás. As imagens dos quadros foram retiradas de pesquisa na internet e do acervo pessoal da jornalista.

Os quadros estão divididos conforme os seguintes temas:

O Início;
Mangá x Animê;
Consumo BR;
Leitor Otaku;
Consumo JP;
Características;
Segmentação 1;
Segmentação 2;
Origem;
O Deus do Mangá;
Temas 1 e
Temas 2.

Os últimos três quadros apresentam as primeiras páginas do mangá O Lobo Solitário, lançado em 1988 no Brasil.

Desde O Lobo Solitário, de Kazuo Koike e Goseki Kojima, diversos mangás foram publicados no país com diferentes temáticas e para públicos de diversas idades. Em 2007, mais de 100 títulos estavam à venda no Brasil pelas editoras JBC, Conrad, Panini e NewPOP. O grande consumo de mangás, associados a outros produtos como os animês, os live-actions (seriados com atores), a j-music e os jogos de vídeo games oriundos do Japão, está imerso na chamada cultura pop japonesa, termo que designa uma cultura nipônica produzida e consumida pelo viés da mídia, a qual muitos ocidentais estão inseridos atualmente, fazendo com que o Japão se torne o segundo maior exportador de cultura no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

Serviço

Exposição “Mangás: 20 anos de histórias em quadrinhos publicadas no Brasil”
De 21 de fevereiro a 21 de maio de 2008
Na Biblioteca Central da IMED
Entrada Gratuita

Música aos Vivos!

Dispense a espera, Alice!!!
Já está à venda o 1º álbum da banda passofundense Dinartes!

Por Cleiton Soares Zanini/Jardim Etílico

Recém-saído da prensa, o disco de estréia da banda Dinartes (ao lado, detalhe da capa) promete ser, senão o melhor, um dos melhores álbuns independentes de 2008!

O álbum, também chamado "Dinartes", conta com 13 belíssimas canções, dentre elas Notícias Para Honey, Sai Fora Xaropão e Clubinho - sucessos dinarteanos indiscutíveis; além de Só coisas boas sobre você, Vai melhorar depois do Inverno, Dispense a Dor, Alice, entre outros sons.

O disco é resultado de meses e meses de paciência, de dedicação, de inúmeras horas de estúdio e mixagem, e muito gana de fazer um álbum ágil, direto, sem frescurinhas e de altíssima qualidade. E podem ter certeza: eles atingiram seu objetivo!

Você, que curte um autêntico rock'n'roll e não tá afim de marcar touca, corre comprar este horrorshow CD!!!

O CD custa R$15,00 e pode ser adquirido das seguintes formas:

Com a banda:

Rodrigo Chaise - (54) 99844060
Alcemar Pitágoras - (54) 96056895
André Zitto - (54) 9605-5473

Enviando scrap para o perfil da Dinartes no Orkut:
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=14829627667965682260

E dia 5 de maio (sábado), festa de lançamento do CD na Velvet!
Maiores informações: http://www.dinartesrock.blogspot.com/
ou por este blog mesmo...

Quadrinhos!


Definitivamente, ambos. Há mais de quinze anos, em 1992, morria o homem responsável por iluminar o imaginário libidinoso do contido e conservador Brasil das décadas de 50 a 70; um artista de desenhos toscos e sem técnica que foi durante anos a fio tachado de pornográfico, e manteve-se na clandestinidade até os setenta anos, quando sua identidade foi finalmente revelada.

Ironicamente, estava destinado a jamais colher os frutos de seu trabalho: menos de um ano depois, desgarrava-se deste mundo, provavelmente para continuar suas historinhas sacanas em outras bandas.



PORNOGRAFIA NAÏF

Diante dos olhos da sociedade, um pacato funcionário do Departamento Nacional de Imigração, de nome Alcides Caminha. O que ninguém sabia era que, nas horas vagas, o autodidata que só completou o curso ginasial aos 58 anos de idade também rabiscava - o termo é esse mesmo - histórias em quadrinhos em que apresentava homens e mulheres (e também alguns animais) nas mais diversas situações, onde tudo convergia para o mesmo ponto: o sexo.

A idéia de criar as revistinhas de sacanagem, também conhecidas por "catecismos" (por serem escondidas dentro de publicações religiosas), surgiu quando um colega lhe apareceu com duas revistinhas italianas e, sabendo do talento do amigo para o desenho, lhe pediu que ampliasse os desenhos. Alcides tomou gosto pela coisa, e a partir daí passou a criar suas próprias histórias, utilizando-se diversas vezes do artifício de copiar desenhos e posições de outras revistas e fotonovelas eróticas. Temendo perder o emprego - e, depois de aposentado, sua humilde pensão - caso se envolvesse em escândalos (em função da antiga Lei 7.967, que regia o funcionalismo público), Alcides adotou o nome fictício de Carlos Zéfiro, e passou a produzir inúmeras historinhas na clandestinidade.

Alcides também tinha dotes musicais: amigo de Guilherme de Brito e Nelson Cavaquinho, compôs quatro sambas com o último, entre eles o clássico "A Flor e o Espinho". Mas foi mesmo com sua identidade secreta que Caminha conheceu o sucesso, mesmo que sem retorno financeiro.

ESCONDIDINHO É MAIS GOSTOSO

Os catecismos eram vendidos clandestinamente em locais como barbearias e bancas de jornal. O formato fino das revistinhas facilitava a ocultação, sendo escondido em livros, cadernos e principalmente em outras revistas que eram compradas exclusivamente com este propósito, para a felicidade dos jornaleiros que sempre lucravam em dobro. As histórias de Carlos Zéfiro, na maioria das vezes, apresentavam mulheres e homens gostosos, fogosos e viris. De vez em quando aparecia um jumento aqui, um corcunda ali, mas estes eram exceção à regra. Curiosamente, sua historinha mais vendida, a hilária "Aventura de João Cavalo" trazia como protagonista um nordestino atarracado e feioso que, digamos, possuía um dote peculiar que compensava sua falta de beleza e justificava tal denominação.



As revistinhas de Carlos Zéfiro eram um sucesso entre os adolescentes cheio de espinhas e tesão, encontrando público também entre os homens de outras faixas etárias. E coitado de quem desse mole de ser flagrado portando uma dessas obscenidades por aí: consideradas como uma total imoralidade pelas tradicionais famílias católicas da época, os catecismos também sofriam a fúria impiedosa das feministas, que se consideravam reduzidas à condição de reles putas em suas histórias. Com todo esse arsenal moral apontado para sua cabeça, Alcides achou melhor manter sua identidade em segredo, mesmo depois de ter interrompido seus trabalhos em 1968, temendo a perseguição do regime militar, além de enfrentar dura concorrência das famosas revistinhas dinamarquesas e suecas, que traziam fotonovelas de sacanagem a cores, com closes de genitálias que não eram páreo para sua humilde "sacanarte".


O FIM DE UM MISTÉRIO


Após uma histórica investigação da revista Playboy e cedendo à pressão de seus filhos, em 1991 foi finalmente revelada a verdadeira identidade de Carlos Zéfiro. Ele foi apresentado publicamente na 1ª Bienal Internacional de Quadrinhos, no Rio de Janeiro. Este que vos escreve possuía 15 anos à época, e lembra muito bem do momento em que se aproximou de uma fila de autógrafos, portando exemplares da MAD e Chiclete com Banana debaixo do braço; ao indagar a um dos barbudos na fila quem era aquele velhinho cercado de coelhinhas da Playboy autografando livretos velhos e amarelados, recebeu a seguinte a resposta: "é o responsável por tudo o que você carrega aí". Levou algum tempo para que eu entendesse que ele falava dos desenhistas que eu curtia, e um pouco mais de tempo para entender que ele não se referia somente a eles.


Em uma de suas entrevistas concedidas após se revelar publicamente, perguntaram a Carlos Zéfiro se ele possuía a consciência de ser parte da história do país, ao que respondeu, com a habitual simplicidade: "não ligo muito para isso, não. Com sinceridade. Afinal, é muita honra para um nobre marquês. Acho tudo na vida muito efêmero. Hoje se está no apogeu, amanhã no ostracismo e acabou".


Hoje em dia, nesses tempos de popozudas e turbinadas, em que o erótico perde cada vez mais lugar à vulgarização do sexo, parece difícil folhar uma das revistinhas de Carlos Zéfiro e acreditar que se pudesse sentir tesão com tamanha simplicidade de traços. Mas as páginas coladas dos catecismos remanescentes vêm provar justamente o contrário.


Matéria extraída do site: http://www.mood.com.br

Música aos vivos!

A supremacia do vinil
Por Rodrigo de Andrade (GARRAS), que curte os clássicos do rock só em LP


Você pode não acreditar, mas a qualidade de som dos discos de vinil é superior à do CD. Sério mesmo! Muitos custam a crer ma superioridade do método analógico de reprodução musical. Mas essa é uma verdade científica (veja acima).

Estranhou? Então saca essa. A maioria dos toca-discos fabricados no Brasil não possuía boa qualidade. O que determina o quanto um aparelho é bom, tratando-se de vinil, é a agulha e a cápsula (pequena peça que amplifica o som captado pela agulha). Dessa forma, só os aparelhos importados revelavam a "categoria" do som analógico. Claro que a prensa onde as bolachas são feitas também influencia na qualidade. Por exemplo, a CBS (Columbia) e a Polydor brasileira já prensarm títulos com baixa qualidade (por exemplo, o álbum de estréia dos Secos & Molhados).

Chiado? Certamente porque os discos que tu conheceu deviam estar arranhados ou empoeirados. A solução é lavá-los! Aí os colecionadores fazem recomendações diversas. Raul Boeira, fã de MPB, afirma que só usa água e um algodão. Maurício Rigotto, o maior colecionador de discos de rock da cidade, já afirmou que diluía "uma tampa" de álcool num balde d'água. "E ainda fica muito forte". Já Ed Motta, um dos maiores consumidores de bolachões do Brasil, menos encucado com produtos químicos, recomenda o uso de sabão líquido neutro, com uma esponja de dar banho em bebês.

Sebos

Agora, quando a questão é descolar discos, acredite, a coisa fica ainda mais fácil. Com o preço que você paga por um CD dá para adquirir mais de 10 LP's num sebo (loja de discos usados). Basta saber procurar nos lugares certos. Na Internet, existe uma ampla rede de vendedores. Além disso, saiba que muitos títulos novos, lançados em CD, possuem versão em vinil (geralmente limitadas e destinadas a colecionadores). Mas aí, é só importando. No país, a Monstro Discos (http://www.monstrodiscos.com.br/) produz compactos de altíssimo nível.

Interessado? Uma boa notícia então. Vários fabricantes estão voltando a incluir toca-discos em seus aparelhos de som, sobretudo os japoneses. E não dê bola para boatos de que o vinil vai deixar de existir, ou que não fabricam mais agulhas (apenas algumas linhas não existem mais). Descole um bom aparelho, sacuda a poeira e deixe o som rolar.

A música, além de ser universal, não tem prazo de validade. Os artistas comerciais que o rádio te empurra goela abaixo nem sempre são o que há de melhor no mundo da primeira das formas de arte. Deixe o preconceito com o velho de lado e descubra porque os maiores clássicos da música (sobretudo do rock!) são mais velho do que você pensa.

Comportamento...

10 Procedimentos estéticos + bizarros
A ditadura da beleza anda cada vez mais totalitária, mas algumas pessoas perdem a noção.
Conheça - e, por favor não experimentem - dez bizarrias estéticas que estão na moda
Publicada na revista Galileu, em janeiro de 2008


1. Qual é a cor do seu?

Nem ele escapou da paranóia estética. A moda do clareamento de ânus (anal bleaching, em inglês) começou entre a comunidade gay e estrelas pornô nos Estados Unidos, mas já chegou às clínicas estéticas e lojas de todo o País. O procedimento é feito com um creme que "clareia a área ao redor do ânus diminuido qualquer pigmentação escura resultante da idade ou de outros fatores", segundo um dos fabricantes.

Veja, na foto, como é o procedimento




2. De olhos bem abertos

A cirurgia de "ocidentalização" dos olhos é popular entre japoneses e seus descendentes. A pálpebra oriental tem ausência parcial ou total da prega na parte superior dos olhos. Ela é reproduzida cirurgicamente, por meio da remoção de uma pequena porção de pele e músculo da pálpebra superior, deixando os olhos "mais abertos".



3. Chapinha neles!

Já não basta alisar os cabelos. Agora, as mulheres não querem pêlo enrolado em nenhuma parte do corpo. Prova disso foi o sucesso de um produto para alisar pêlos pubianos e sombrancelhas lançado em uma feira de cosmética no final do ano passado. Segundo o representante da marca que apresentou o produto na feira, ele deve ser aplicado por depiladoras treinadas.

4. Preguiça de academia?

Para ficar forte sem malhar basta fazer um implante de peitoral, com uma prótese de silicone especial para o público masculino. Na verdade, o produto surgiu para tratamento da Síndrome de Poland, na qual os músculos do peito não se desenvolvem.


5. Lábios perfeitos

O mais novo alvo de paranóia feminina com relação ao próprio corpo são os lábios vaginais. Especialistas observam que muitas mulheres implicam com eles, achando que são grandes demais, caídos, murchos. Nos Estados Unidos, as cirurgias plásticas vaginais aumentaram 30% no últimos dois anos. No Brasil, o cirurgião plástico Murillo Caldeira afirma que já realizou 2 mil procedimentos deste tipo. Segundo ele, antigamente a procura era motivada por motivos orgânicos, mas agora 70% das pacientes submetidas à operação têm queixas meramente estéticas.


6. Like a virgin

O "revirginamento" é febre entre as russas. Restaura-se o hímen, se houver vestígios dele, ou se usa uma prótese biológica. Mas especialistas alertam: mulheres que já tiveram um número elevado de relações - não deram detalhes - podem esquecer.

7. Não aguenta, põe botox

A moda em Nova York para as que não dispensam salto poderoso mas não querem sentir dor é colocar toxina botulínica - o popular botox - nos pés. Assim como na face, a substância paralisa os músculos da região dos pés, o que significa não senti-los por mais ou menos seis meses.

8. Dedão sarado

A paranóia com gordura não tem limites. As americanas estão recorrendo à lipoaspiração para deixar os tornozelos mais finos e cirurgia plástica para conseguir pés mais bonitos. Até os dedos estão sendo diminuídos (em tamanho e largura) para poder entrar nos sapatos.

9. Nariz fino a qualquer custo

Um site japonês que comercializa produtos de beleza anuncia uma engenhoca para afinar o nariz, chamada de nose peg (pregador de nariz, em inglês). Segundo o fabricante, o uso constante do aparato remodelaria a cartilagem do nariz, deixando-o mais fino. O produto parece fazer sucesso, tanto que há outra versão, chamado hana-hana, com a mesma finalidade.

10. Uma costela por uma cintura

Algumas mulheres vão ao extremo por uma cintura fina. Quando dieta, malhação e espartilhos não são suficientes, elas arrancam as costelas. Para chegar aos 38 cm de cintura e entrar no livro dos recordes, a norte-americana Cathie Jung removeu ossos da costela e usa espartilho 24 horas por dia. Vale lembrar que as costelas não são descartáveis e não estão lá por acaso: protegem toda a parte cardíaca, os pulmões, o fígado e o baço.

A Sociedade e suas Revoluções...

Liberdade no peito!
Nos Estados Unidos e Canadá, o Topfree surge para trazer mais igualdade entre homens e mulheres e gera polêmica.

Por Cleiton Soares Zanini/Jardim Etílico

Imagine, por exemplo, um parque ou uma praia. Os homens, quando estão jogando bola, correndo ou sentem muito calor, tiram a camiseta. Tudo dentro da "normalidade". Sem sobressaltos. Sem escândalo.

Agora, imagine se, neste mesma praia ou neste mesmo parque, cheio de casais, de famílias, além dos homens, as MULHERES também desejem tirar a parte de cima de suas vestes! Sim; e isso sem serem alvos de piadinhas maldosas, xingamentos, abusos por parte dos homens e repressão da lei!

É esse o objetivo do movimento Topfree (também chamado de Topfreedom - atualmente está sendo chamado de ShirtFree - e TopLivre, no Brasil): garantir às mulheres o direito de, em lugares públicos abertos, como parques, praias, piscinas, ruas..., de poderem sair sem nada cobrindo o peito. Permitir que elas, assim como os homens, possam sair e ser vistas sem camisa, sem que isso lhes cause discriminações. Desobrigá-las do uso da camiseta e da parte de cima do biquini!



As razões do surgimento do Topfree são: o conforto (principalmente em verões tão fortes, como os do Brasil, por exemplo), um melhor bronzeado, a praticidade para mães lactantes de darem o peito aos seus bebês, e a igualdade sexual.

Surgido no América do Norte, o Topfree ganhou reconhecimento em 1986 e conta com muitos apoios e, em alguns lugares destes países, ele é garantido por lei! Estados norte-americanos inteiros como, New York, Texas, Ohio dão amparo legal ao Topfree à homens e mulheres. No Canadá, existe uma associação chamada Topfree Equal Rights Association (TERA). Essa associação, além de auxiliar mulheres que tem dificuldades legais em exercer seu direito ao topfree, informam e educam o público sobre o movimento. E mais: a TERA faz campanhas lutando para que as leis anti-topfree sejam modificadas nos estados onde essas leis ainda vigoram.

No Brasil, o movimento recebeu o nome de Toplivre. Existem uns poucos sites brasilieiros na Internet falando sobre o tema. Uma dica de site confiável é o blog Toplivre. No verão do ano 2000, o TopLivre voltou a ganhar força na zona sul do Rio de Janeiro. Ainda sim, a prática do Toplivre não é vista com bons olhos pela sociedade.

Mas, porque existe tanto preconceito contra o TopFree (ShirtFree/TopLivre)? Acontece que muitos acham que as mulheres, andarem pela rua ou freqüentarem parques, praias ou qualquer outro lugar sem camiseta e/ou sutiã, desvalorizaram-se, ficam vulgares e, ainda consideram que elas estão tendo uma atitude "pecaminosa", atentando contra a moral e os bons costumes, incentivando o sexo, que a prática é anti-natural, entre mil outras babaquices. O que esta sociedade - hipócrita, falsa moralista e estupidamente provinciana - não entende é que inexiste a relação entre seios e o ato sexual, o sexo em si. Os seios, biologicamente falando, não são órgãos sexuais e, sim, órgãos responsáveis pela amamentação dos bebês. Além do mais, vale lembrar uma frase velha, surrada porém verdadeira : "A maldade está nos olhos de quem vê!" Os homens também tem seios, que diferem dos seios femininos pelo fato de não terem glândulas mamárias e serem formados por músculos, basicamente. Então, se os homens têm seios e podem mostrá-los em público sem malícia, conotações eróticas; porque as mulheres ainda são privadas deste direito?

Por fim, olhem a figura que começa o texto e façam para si mesmos a pergunta que ela faz: "Seios nus: Por que alguns são legais e outros, ilegais?"

Pensem nisso...


Para ver mais fotos sobre TopFree, clique na imagem abaixo:


O blog Jardim Etílico apoia, incondicionalmente, o ShirtFree (TopLivre) e a luta pela sua plena liberação em todo o Brasil



Textos...

TEMPO


A tarde estava muito quente.
Deitada, sentiu uma das gotas do seu suor escorrendo da parte de trás do joelho esquerdo para baixo, enquanto assistia pela quarta vez aquele filme na televisão. Ela gosta de rever os filmes que adora. O sofá já estava úmido. Ela odeia o verão.

Muito bem.

Ela foi à varanda e acaba de sentir no seu antebraço esquerdo o primeiro pingo da tempestade que, para alívio do seu calor, está se formando e ela continua, mesmo assim e também porque gosta de se molhar, sentada naquela cadeira de plástico tentando arranjar um meio real de se aproximar de quem ela tanto deseja.

Mas ela é covarde.

Ao invés de apenas dar fim nisso tudo e ir encontrá-lo, ela continua gastando os seus segundos o procurando nas mínimas coisas que vê, escuta, sente... enfim.

Problemas de sonhadores.

Agora mesmo está tocando uma música de uma bandinha que ambos gostam. A rádio é a favorita dela mesmo antes de conhecer aquele merda. Pra completar, ela encara isso como um dos sinais cabalísticos do destino. Tola.

Ela pára e sente a música.

Sente como se fosse as mãos dele encostando em sua face e ombros.

Se arrepia.

Depois, olha para o céu e vê no cinza das nuvens um dos versos que, segundo somente ela, foi inspirado no que eles viveram naquela terça-feira. Vê o vento chicoteando as ervinhas do campo ao lado da sua casa, um terreno vazio. Define naquele momento que quando a chuva começar, ela vai sair andando pelo asfalto à procura do amor da sua vida esperando, ironicamente, que ele esteja com um guarda-chuva e uma cartela de Benegripe.

Volumes Alcoólicos - Textos

MORTE POR TESÃO
Por Raisa


Outro dia nublado e agora havia um prédio de cores suaves, eu apenas precisava observar e reservar cada janela a uma etapa do dia, o tempo limitador e as criaturas repetindo ações. Nuvens de mau humor era a grande afetação daquele idoso, estava cego. Alguns retratos amarelados figuravam sua parede desbotada, garrafas de uísque intocadas e uma temática que só me apontava um verbo: sobreviver. Acredito que eu e ele amávamos cada pedaço daquele apartamento com cheiro de terceira e derradeira idade, me apeguei novamente a sensação familiar de cada instante que o observava, ouvindo a televisão ele se fazia ainda jovem, queria estar no auge novamente ou desejava a morte, dois grandes olhos cegos e vagos, talvez desde criança ou um acidente ferroviário, sempre preferi os navios e a vontade dos uísques me conduzia a simular o gosto de cada copo cheio de pó, estava ali como voyeur, fatídico destino que para o poço de visões sem ação me arrastou, lamentei.


Cama e móveis coloridos, um ambiente moderno e talvez agradável para meninos-meninas-e-até-animais, eu ficava um tanto quanto perdida nos símbolos e cega nas portas, estava ali também e não podia recusar. Inevitavelmente me atiro nessas vidas alheias com sabores distintos e em cada anotação tudo fica mergulhado, as paredes encardidas de vinho e esperma, sujos e jovens. Enfermeira e de olhos castanhos-profundos-latentes, bonita e condizente com os padrões de magreza-idade-beleza, estava diante e participava da moda nas ruas, perdida e só, mais uma de calças jeans e blusas em tom pastel, uma a mais. Baixo e de careca, proprietário das paredes coloridas e dono provável do esperma que as manchava, arquiteto e fã incorrigível de New York Dolls, a temática ali era a banda, observava a fama não como conseqüência e sim como um território a ser explorado, entretanto era um músico medíocre e um projetista conceitual, fatalidades e as divergências na série querer-poder.


Juvenil era todo aquele quarto, sempre iniciar pela adjetivação e ir traçando cada rabisco torto na tela azul, uma camiseta branca e a maldita canção ao fundo. Exatos quinze anos naquele dia, fervilhando em hormônios e indecisões, talvez precisasse de um novo corte de cabelo, não preferia nem meninas sequer meninos ou eletrodomésticos, a condição de apatia era incomoda e ele nunca se livrava da prisão, quinze anos e nenhum cigarro. Seu avô era cego e aquele apartamento não estava de acordo com suas necessidades, uma contrabaixo que não devia ser tocado, o garoto ousava e a canção continuava, chama-se: “morte por tesão”.


Excitados ao entardecer, o céu era roxo e coberto de nuvens, ela vestida de branco, unhas curtas e cabelo preso, os olhos fixos no vazio interior, corria dentre os sinais coloridos de cada rua, corria e ele estava lá a esperando, descompassado e burro no próprio sonho, escutava um disco de seus mentores e pensava no sexo que viria a seguir, apenas o estar-dentro-dela sem nenhuma palavra, os gemidos que soariam bonitos e os suores que escorreriam salgados. A televisão tem sentido vago, apenas escutar e não poder delirar com aquelas formas e cores expostas, era o universo sem toque e guiado por vozes,um cordão o puxava, ele pensava que era um velho-inútil-sustentando-por-uma-corda,marionete da própria tristeza, in-vá-li-do. Acordes péssimos, não culpava a falta de talento e sim a sorte que se esvaía a cada banho, devia ter nascido antes para morrer agora, desafiando as virtudes, overdose de remédios ou até um amor sem nenhuma sobriedade, in-sa-tis-fa-ção.


Há um ponto em que todas as retas se tocam, histórias cruzadas como cheques, tudo atribuído em valores, era o gozo intenso e a falta de lençol. As paredes do banheiro existiam para abrigar manchas, assim como a mesa foi concebida para repousar, havia uma lógica em sentir cada pedaço do alojamento usando o corpo, era ele e ela, eram eles, e nunca um apenas, não havia amor romântico. Ele desejava vingar suas frustrações na transa que ocorria e ela queria apenas esquecer o asco dos doentes terminais, corriam nus e não havia afeto algum, era apenas preencher ou ilustrar a vida, gemidos-esperma-almofodas.


Culinária não lhe interessava, a filha sumiu no mundo e deixou um menino com a estranha obsessão por música, malditos ouvidos que ainda relembravam uma vida além daquela já concebida, recebia um dinheiro que compensava o abandono, mas nunca devolvia a luz roja dos bordeis que freqüentavam quando jovem, moças bonitas e ele enxergando, acontecia naturalmente no interior. Imprestável a ponto de se desligar no tempo, parou no suspiro sob o caixão da esposa, ainda tinha cabelos, escolheu ser conduzido pelo fluxo. A empregada vinha duas vezes na semana, arrumava os cômodos ou simplesmente enganava o idoso nefasto, talvez restasse algum sonho, fumava na sacada e ele sentava em frente à caixa iluminada, em silêncio ambos imploravam um resgate, os sinais de fumaça voando junto as cortinas, a morte significava redenção, forma e desejo.


O primeiro acorde e depois todos os outros, cantava junto e sentia um êxtase, berrava alto e ainda assim ouvia os gemidos, flutuava e dizia “eu queria que ela morresse de tanta satisfação/eu queria que ela morresse de morte por tesão”, era o caldeirão e o poço, estava livre e exausto, acordes e o despertar, pulsava junto com aquela sinfonia mágica que completava o barulho dos carros. Esgotados, se vestiam; o sexo continuaria durante a semana, dias de chuva e noites chuvosas, enquanto houvesse tempo e capacidade, é preciso se auto-completar. O barulho dos carros, a televisão ligada, um bocado de fumaça do segundo cigarro que ligeiramente impregnava todas as janelas, “eu queria ser um selvagem/pra ser o rei da sacanagem”, a morte. O céu estava igual, o agência imobiliária funcionando,alguns homens aproximaram-se, ela após o preenchimento e de cabelos ainda molhados tentava cumprimentar uma ex-paciente, a bala perdida que encontrou o corpo,sem alertas os sinais apagavam-se, não havia hospital, apenas barulho. O sangue era o fluxo, satisfação-visão-frustração e enfim a redenção. Ela merecia.

Mural de Bar

Entre 2008 com + rock na veia!
por Os Armênios & Jardim Etílico

Após um 2007 sem Armênios On Fire, sem Café com Rock... enfim, sem festivais, mas com festinhas e shows do caralho, por não começar 2008 de uma maneira fodásticamente foda e altamente Rock'N'Roll?

Curtiste a idéia? Se respondestes SIM e queres se livrar das mesmices e das chaturas do fim de ano passofundense (ou da sua região, se tu não és daqui), então te mexe e venhas voando pr'



A Virada da Contracultura - ano 2: a melhor festa underground de ano novo de Passo Fundo!!!

Em seu segundo ano, A Virada da Contracultura tornou-se a maior festa de rock da passagem de ano no norte do estado do Rio Grande do Sul! Em sua estréia, subiram ao palco: Leo Fininho & Seu Conjunto, Bela Amortecida e a banda Identidade, que estava lançando seu 2º álbum, Jogo Sujo.
Confira, abaixo, as atrações d'A Virada da Contracultura - ano 2:

Vapor Veludo

Com uma nova formação, a Vapor Veludo é uma das bandas que desponta na cidade! Composta por integrantes de outros grupos antigos já conhecidos do público local (como Os Roberts e Os Wandos), eles investem em covers certeiras — Stones, Beatles, The Who, Supergrass, etc — mescladas a um interessante material autoral! No próximo ano, terão um single virtual lançado aqui pel’Os Armênios.

Kings of Roça (The Chaise Bros.)

Tá ligado nos Kings of Leon? Uma das bandas mais legais da nova geração, composta só por irmãos??? Pois é, eles não vem (talvez no Armênios on Fire, quem sabe?). Então, resolveram escalar outro grupo de irmãos dos mais atuantes e geniais existentes no rock brasileiro! Miglu, Rodriguez e Fuinha — respectivamente das bandas Severo em Marcha, Dinartes e Locomotores — vão mostrar como são calminhos quebrando tudo no palco da Virada da Contracultura, tocando clássicos e, maybe, composições próprias! Reunião lendária, sem perspectiva de repetição! Vê se não perde, bocó!

Electric Trip

A banda Electric Trip é de Nova Prata e virá mostrar todas a potência do seu blues-rock e devaneios progressivos! No repertório: Johnny Winter, Ten Years After, Canned Heat, Pink Floyd, Cream, Jimi Hendrix e afins. Os caras já se apresentaram em diversos festivais independentes, como o Festival de Paraí e o Psicodália — onde, na edição passada, foram convidados pelo mutante Sérgio Dias para uma jam session na finaleira do evento. É uma rara oportunidade do público local conferir o espetáculo dessa puta banda e conhecer algumas de suas composições viajantes, como “O Jardim Secreto dos Gnomos Saltitantes da Bacia do Baixo Cambodja”!

SERVIÇO:
O que? Virada da Contracultura, ano 2
Quando? Dia 01/01/08
A que horas? 00h01 (logo depois da meia-noite)
Ingressos: antecipados R$ 10 (na loja Epidhemya), na hora R$ 15 (sem choro).
Show das bandas:
• Vapor Veludo
• Kings of Roça (The Chaise Bros.)
• Electric Trip
Local: Chácara do PH (mapa e descrição abaixo).
Patrocínio e Apoio: Epidhemya e Armazém São Roque
Gelada: R$ 2,50 (lata!)




Como chegar n'A Virada:


* No trevo da UPF, pegue a saída para Erechim.
* Passe pelo bairro São José, e pé na tábua.
* Dirigindo a uma velocidade média de 80km/h você chega lá em 6 (seis) minutos e 10 (dez) segundos.
* A estrada faz apenas duas curvas para a direita durante todo o percurso (de resto apenas curvas leves que não merecem nem mesmo uma placa na estrada hehe), a primeira é logo depois da ponte, no final da São José, quando começa a terceira pista do lado direito, a segunda fica no km 5, logo após a divisa municipal Passo Fundo/ Coxilha.
* Quando a terceira pista começar do lado esquerdo (km 7,5) ligue o pisca pra direita, você achou! Tochas e uma fogueira, no lado esquerdo da pista, marcarão o lugar.
* Agora é só ver no mapa como proceder!





TRANSPORTE!!!

Quer ir, mas não tem carro???
Não descolou carona???
Não se preocupe, seus problemas acabaram!!!

O Pitta (Anderson) vai estar fazendo o transporte pra galera que vai pra festa.

A kombi vai sair da frente do Clube Comercial a partir das 00h30min.

O valor a ser cobrado será:

- R$5,00 ida e volta ou

- R$3,00 só ida ou só volta!!!!Qualquer coisa entra em contato com o Pitta:

msn: pittlerpitta@hotmail.com

fone: 54 8403 4111

orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=10255876374272056323

Repimbolâncias de uma mente repimbolante!

Tempero Verde, de Leandro Dóro, concorre ao troféu Angelo Agostini!
Por Jardim Etílico e Os Armênios

Leandro Dóro, quadrinista e colunista d’Os Armênios, está concorrendo ao Prêmio Angelo Agostini com sua revista independente Tempero Verde, na categoria Lançamento de 2007. A premiação é uma das principais do país voltadas a nona arte (as histórias em quadrinhos), sendo promovida anualmente pela AQC-ESP (Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo), já se encontrando em sua 24ª edição.
Você pode saber mais sobre a Tempero Verde clicando AQUI! Para ler a coluna Repimbolantes, do Dóro, aqui n’Os Armênios, clique AQUI! Ou então confira diretamente os blogs do cara:





Como votar no prêmio Angelo Agostini:
Deve-se apontar qualquer profissional ou amador que esteve em atividade durante o ano de 2007. Você pode imprimir e preencher a cédula (abaixo) e enviar para: AQC-ESP/ Worney Almeida de Souza - Caixa Postal 675 - CEP 01059-970 - São Paulo-SP ou copiar, preencher e enviar para o endereço eletrônico angeloagostini@bigorna.net. O prazo é até 5 de janeiro de 2008. NÃO É NECESSÁRIO VOTAR EM TODAS AS CATEGORIAS! Você pode, inclusive, votar em apenas um indicado, numa única categoria.
Cédula24º Prêmio Angelo Agostini 2007 AQC-ESP


Melhor Desenhista de 2007 (indique dois desenhistas)Melhor Roteirista de 2007 (indique dois roteiristas)Melhor Lançamento de 2007 (indique dois lançamentos)Melhor Fanzine de 2007 (indique dois fanzines)Prêmio Jayme Cortez (indique dois nomes)Melhor Cartunista de 2007 (indique dois nomes)Mestres do Quadrinho Nacional (indique três nomes)

E-mail para enviar a cédula: angeloagostini@bigorna.net

Prêmio “Quem?”
Angelo Agostini, para quem não sabe, foi o primeiro autor de quadrinhos com um personagem fixo publicado no Brasil. A HQ As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte começou a ser publicada em 30 de janeiro de 1869.